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“Volto para uma casa que jamais deixará de ser minha”

Apresentado na tarde da última terça-feira, Abel Braga é o novo técnico do Inter para a temporada de 2014.  Essa será a sexta vez que o técnico vai comandar a equipe onde conquistou a Copa Libertadores da América e o Mundial de Clubes, em 2006, e o Campeonato Gaúcho de 2008. Agora, se o Inter quer esquecer o passado para viver uma nova era de títulos, apresentar Abel nos 7 anos do mundial colorado não parece ser o ideal.

Foto: Divulgação/ Internacional
Foto: Divulgação/ Internacional

Ao ser apresentado pelo presidente Giovanni Luigi e o vice Marcelo Medeiros, Abel ganhou uma camisa com o número 3 e brincou: “essa camisa cai melhor no Figueroa”. Com Rubens Minelli, técnico que ele elogiou muito, aprendeu que não deve ler e ouvir o que falam sobre o seu clubes, mas sim sobre os outros assim dá pra viver mais tranquilo e acabar com os cabelos brancos.

Ao ser perguntando porque voltar e se ele tem motivação, Abel se mostrou preocupado com o 15º lugar do último campeonato, diz que a relação dentro do clube e a paixão pelo mesmo ajudaram. Vim para ganhar título, por ser colorado e, pra tentar reviver aquela grande década (anos 2000) e ir em busca do título nacional. Abelão, como é conhecido carinhosamente pela torcida, quer também trazer a empatia da torcida de volta igual a Libertadores de 2006.

Partindo para a parte tática, foi perguntado como resolver os problemas defensivos e qual o jogador que ele gostaria para a defesa, Abel falou sobre a possibilidade de trabalhar com Edinho, novamente. Se o jogador não estiver contente, eu não vou garantir titularidade pro jogador (ao falar sobre o argentino Scocco).

Abel tem motivação de sobra, agora é controlar o vestiário da maneira como ele gosta e “sem freiras”, como ele mesmo diz. Porém, como ele não é protagonista, passa por D’alessandro todas as aspirações coloradas e, se o argentino manter o desempenho deste ano, o colorado pode sonhar mais uma vez. Não podendo esquecer da torcida que deve retomar o espírito da Libertadores de 2006 e lotar o Beira-Rio tornando-o um palco de decisão a cada jogo.

@_gabrielcorrea

Escrito por Gabriel Corrêa

Estudante de jornalismo.
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