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O Grêmio tem uma defesa que não sofre gols e centroavante que decide

Marcelo Grohe é um dos responsáveis pelo bom desempenho da defesa gremista (Foto: Cristiano Andujar/GettyImages)

Esse é o time do Grêmio. Um centroavante que têm 52% dos gols da equipe (11 dos 21) e uma defesa que não sofre gols há 743 minutos.

Felipão, Murtosa e Fábio Mahseredjian. Nova comissão técnica deu nova cara ao Grêmio (Divulgação / Grêmio)

Muito se diz que a melhor defesa é o ataque, mas no Brasileirão o que se prova é o contrário. Não foram muitos os times que se sagraram campeão brasileiro sem a melhora defesa do certame. O melhor deles foi o São Paulo em 2007, o tricolor paulista sofreu 19 gols em 38 jogos. Nesse campeonato, o Grêmio levou 14 gols em 25 jogos. Bons números para um clube que almeja, no mínimo, a Libertadores.

Sem sofrer gols, o Grêmio, na maioria das vezes, vence pelo placar mínimo de 1 a 0. Dentro desse contexto quem se destaca é Barcos, o argentino capitão do time, se tornou artilheiro da equipe e com a chegada de Felipão seu rendimento cresce a cada partida. Com um time organizado, Barcos foca apenas em marcar seus gols e não precisa mais ajudar (tanto) na armação das jogadas. Falta ao tricolor um companheiro que ajude a fazer gols junto com o Pirata. Dudu tem qualidade e velocidade driblando, falta aprimorar o chute. De resto, se completa junto com o argentino na frente.

Desde a chegada de Felipão o Grêmio busca o equilíbrio entre defesa e ataque. O sistema defensivo vai se encontrando com Geromel e Rhodolfo, além da fase de Marcelo Grohe. Falta mais contundência na frente mesmo com o excelente momento de Barcos.

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